terça-feira, 25 de janeiro de 2011

"Conhece-se a árvore pelos frutos"

O Evangelho Segundo o Espiritismo começa sempre com citaçoes do evangelho e o cap XXI inicia-se assim: "pq nã oé boa a árvore que dá maus frutos, nem má a árvore que dá bons frutos" "Do que está cheio o coração, disso é que fala a boca" "Guardai-vos dos falsos profetas, que vem a vós vestidos de ovelhas e por dentro são lobos roubadores." Como percebê-los? os falso profetas. Dão eles indícios de serem lobos? Demonstram em algum momento sua maldade? Como sabê-los? como fazê-los sair das vestes das ovelhas? como fazê-los assumir sua real face, se sua intenção maior é fazer o mal sob a máscara da bondade? Descobrindo-o como agir com tal indivíduo? Desmascará-lo ao público de suas mentiras? Ignorar suas ações que permanecem a magoar entes queridos com desumano tratamento, demonstrações de desrespeito públicos... humilhações constantes, não é possível ignorar algo de que já se tenha tomado consciência, e a tentativa de fazer isso o torna co-responsável por essa (co)ação. Não sei o que fazer, nem a quem me dirigir, ou a quem solicitar orientação! Quando as dificuldades ocorrem os amigos nos amparam, mas como perceber que não são os falsos profetas que estão conosco?

domingo, 2 de janeiro de 2011

Retrospectiva 2010

Já é dia dois! E eu vou escrever minha retrospectiva só agora. 2010 foi um ano maravilhoso, como todos, foi repleto de altos e baixos, mas esse, em especial, teve um saldo positivo. O Rhu e eu começamos o ano em Londrina, desempregados e sem muita noção ou perspectiva de futuro. Mais ou menos no meio de janeiro fui chamada em um concurso público que havia prestado na cidade em que nasci e fui criada [ou me criei?]. Colei grau de forma antecipada e retornei para casa dos meus pais. Rhu acompanhou-me como o maridão que ele é. Em fevereiro comecei a trabalhar em um CRAS da cidade, em seguida mudamo-nos para uma república. No começo tudo são flores perfumadas, mas logo no primeiro/segundo mês as pessoas que se diziam solidárias mostraram a face real com o egoísmo predominante. A convivência era cada dia mais e mais complicada, a ponto de não sentir vontade de retornar para “casa”. O Rhu trabalhou em um mercado e em uma relojoaria [não lembro as datas, mas ele ficou preocupado por não saber se era a melhor coisa, pedir para sair do mercado, para depois “ser saído” da relojoaria] Em paralelo a essa ida para a república um grande amigo também retornava para a cidade! O reencontro com o Rodrigo foi tão especial! Houve o retorno da nossa amizade com uma intensidade anormal! A amizade estabelecida entre o Rhu e o Bob é linda de se ver. A volta do Carlinhos, a amizade com o Papel [quem diria com o Papel!], a pessoa especial que é o Dé [que sempre some], o retorno ao Handebol, a aproximação com o Naldinho [menino de ouro], com o Gustavinho [e com esse também o distanciamento], o começo de relacionamentos de trabalho [que não ficam só no trabalho], amizades para a vida toda... a Vaca se afastou, a Xuja permaneceu presente... as amizades estabelecidas na faculdade permanecem... Em julho o Rhuan voltou a estudar, passou em dois vestibulares e começou a fazer curso técnico e estágio na sua área. Em setembro decidimos sair da república, o clima era sempre tenso, não nos sentíamos em casa, não estávamos em casa. Em uma semana após essa decisão achamos uma casa, negociamos o aluguel, mais uma semana pedimos o seu financiamento, e logo nos mudamos [não sem ter havido mais uma discussão e rompimento quase total de vínculos com o pessoal da república]. Logo transformamos essa casa em lar. Ainda em setembro decidimos “adotar” Ronalda [na verdade foi ela quem nos adotou]. Essa cadela carinhosa fez-nos uma surpresa em outubro, quando em uma madrugada de frio [o tempo foi meio louco esse ano] ela começou a chorar desesperada, invadiu o quarto, deitou no chão e começou a parir! Foi assustador e engraçadinho ao mesmo tempo. No meio do mês de novembro saiu o financiamento e em 240 loooongos meses a casa será nossa. No fim desse mês, [e com um empréstimo feito para nós pela vó Lita] adquirimos um meio de transporte, uma biz. Em dezembro foi o casamento da nossa prima Nana, fiquei tão feliz por ela, pelo Fabinho e pela neném! Essa foi uma grande oportunidade de rever a parentada toda! Fazia tanto tempo que não os encontrava, eu os amo mas nunca lhes disse isso! As primas tão lindas, os primos gatões, as tias maravilhosas, os tios piadistas... Meus pais e o Tatá sempre estiveram presentes conosco no decorrer do ano, ao nosso lado e apoiando-nos. Eu os amo apesar das desavenças! 2010 realmente foi um ano com muitas realizações profissionais e pessoais. Só tenho a agradecer a Deus: pelo bom ano, e desculpar-me com alguns: pelos erros que cometi no caminho. um grande beijo [Comentários sobre esse post através do twitter, orkut, msn, email...]

domingo, 14 de novembro de 2010

Homer pode nao sobreviver

Homer pode nao sobreviver o filhote teve convulsao na tarde de ontem, chorava desesperadamente, deixando Ronalda preocupada e chorando junto [e eu idem]. Foi encaminhado para o hospital veterinário e ficou internado... chorava mesmo após duas doses de diazepan... seu futuro é incerto... já é amado oremos para conseguir aceitar o que quer que ocorra...

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Conto de Fadas.

Era uma vez... uma cadelinha. Ela foi freqüentadora assídua de um CRAS local por três anos. Sempre aparecendo por lá, dia sim, dia também. Suja, fedorenta, infestada de pulgas e carrapatos, pêlos desgrenhados, com nós, muitos nós... Um dia uma recém-chegada a aquele local, olha para ela, se compadece, e pensa consigo mesma “Quando eu tiver um lar para mim, levarei a cadelinha para que também possa ter um lar”. Seis meses depois dessa promessa íntima, a recém-chegada, enfim, consegue sair do ninho de animais peçonhentos no qual se encontrava. Mudara-se de lá com o companheiro! Abandonaram o local que os deixavam infelizes e, quase sem forças, deixaram para trás os animais peçonhentos que os traíram e magoaram de várias formas. Foram para uma casinha aconchegante em um bairro da cidade, sem dar notícias ou satisfação, tinham enfim um lar! A recém-chegada, que nunca se esquecera da promessa, assim que encontrou com a cadelinha levou-a para seu novo lar, repleto de carinho e cuidado. A cadelinha já não tem mais tantas pulgas e carrapatos, seus pêlos foram tosados e não têm mais tantos nós, já não está mais tanto suja nem fedorenta e nunca, nunca teve tanto cuidado, tanta gente que zelasse por ela, tanta preocupação, tanto carinho... Mana – 22/10/2010 – Mais uma mudança bem-vinda!

sábado, 11 de setembro de 2010

Nosso Lar

Na terça-feira dia de feriado fomos, o Rhu e eu, assistir o filme "Nosso Lar" que está em cartaz por aqui... Eu, como espírita, já aguardava ansiosa pelo filme. O Rhu e eu fingimos a algum tempo que estamos lendo o livro (da 1ª vez que o li fiz em 3 dias, dessa vez faz + de mês e ainda nao terminamos)... Enfim adorei a leitura visual/gráfica que fizeram do livro, ficou sensacional, os efeitos, os objetos e locais descritos no texto, foi realmente muito bom... Imaginem um ser que chorou praticamente do começo ao fim haha foi muito emocionante, realmente sem palavras!

sábado, 21 de agosto de 2010

ai meus sais...

Com certeza esse é o melhor termo, que não faz uso de palavrão, para o dia de hoje. Que cacete rapaz! Na primeira hora da manhã: uma reunião do saci, tem coisas que eu ouvi lá, que se não estivesse presente não acreditaria que duas profissionais formadas na área social e atuantes na de crianças e adolescentes institucionalizados diriam, e disseram, tais absurdos! É uma barbaridade atrás da outra, falas e ações sem significado, a prática pela prática, sem consciência critica ou embasamento teórico, a prática do senso comum, sem haver um respaldo técnico sequer além da nomenclatura dos títulos que têm! Tem coisas que eu não consigo acreditar. Como nossas falas se perdem e/ou são distorcidas por algumas pessoas que interpretam e armazenam apenas o que pensam lhes dizer respeito, desconsiderando toda a pontuação anterior, o esclarecimento do caso/situação até a chegada naquele contexto. Tem momentos que eu sei que me faltam forças pra lutar... Como disse em 2006 uma tal de Amanayara Nascimento: “os gritos morrem na garganta de um só” e ainda hoje isso acontece... Mana – 17/08/2010 – Estressadíssima ouvindo Sepultura para acalmar =]